A queda na receita de impostos, impulsionada pela diminuição da atividade econômica e a consequente redução nos recursos do ISS, chegou a 4% (R$2,7 bi), em relação a 2014
Com a crise econômica que afetou a administração pública, Prefeituras das maiores cidades do país lutam para fechar as contas diante da queda na arrecadação de impostos. Alguns governantes passaram a cortar investimentos e enxugar gastos públicos.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, 38 dos 50 municícios mais populosos do país sofreram queda nas arrecadações. Os dados são referentes a outubro de 2015 e 2015, com valores atualizados pela inflação.
A queda na receita de impostos, impulsionada pela diminuição da atividade econômica e a consequente redução nos recursos do ISS (Imposto Sobre Serviços), uma de suas principais fontes de receitas, chegou a 4% (R$2,7 bi), em relação a 2014.
"A despesa no município é diferente daquela da União porque é 'incomprimível'. Não pode deixar de dar merenda escolar, tirar o lixo da rua ou fornecer remédio. Não pode fazer o que a União está fazendo: não pagar ninguém, atrasar programas", diz o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski.
De acordo com a publicação, a situação dos municípios é agravada com a queda nos repasse da União. Entre as 50 cidades pesquisadas, 43 registraram queda nas transferências intergovernamentais.

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